• Michelle Maia

O valor inestimável da cultura

Ficou evidente durante a pandemia o valor inestimável da cultura e do entretenimento. Séries, filmes, shows, esquetes são a válvula de escape de uma população inteira de quarentenados que, de uma hora pra outra, viu a realidade se transformar por conta de um vírus implacável.



De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2018 (PNAD Contínua), o setor cultural ocupava mais de 5 milhões de pessoas, tendo movimentado R$ 226 bilhões em 2017.

Pelos dados do Ministério da Economia desta terça-feira (15), as atividades artísticas, criativas e de espetáculos lideram o ranking das 34 atividades mais afetadas pela crise provocada pela pandemia. Em nota, o ministério diz que a lista visa auxiliar as agências de atendimento ao Programa Emergencial de Acesso a Crédito.

Devido ao grave cenário, milhares de pessoas que sobrevivem da cultura estão passando por dificuldades. Pressionado pela crise, o setor está tendo que se reinventar.

Artistas, produtores e empresários estão ousando e experimentando novas técnicas de chegar ao público de forma remota. Tem lives para todos os gostos e elas têm feito enorme sucesso. Artistas renomados e desconhecidos disputam a atenção de igual pra igual por meio de canais do Youtube, Instagram, Facebook e sites. Vaquinhas virtuais, códigos de barra e dados de contas bancárias dividem a atenção com os artistas. Todo esforço tem sua recompensa e o importante é tentar.

A contribuição solidária dos espectadores tem ajudado os artistas e os estabelecimentos a sobreviverem à crise num setor que deve demorar mais que os outros para voltar à normalidade.

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