• Michelle Maia

A beleza da Água Mineral


Natureza deslumbrante no meio da cidade

Dentro de Brasília, pertinho do Noroeste e do finalzinho da Asa Norte tem o Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral. Quem mora aqui com certeza já ouviu falar dele e quem nasceu na capital ou mora aqui a vida toda deve ter doces memórias de infância e fotos amareladas do local.

A história do parque se confunde com a história da construção da capital federal. As autoridades da época resolveram institui-lo para contribuir com o equilíbrio das condições climáticas e evitar a erosão do solo.

O parque protege ecossistemas típicos do Cerrado e abriga as bacias dos córregos formadores da represa Santa Maria, que é responsável pelo fornecimento de 25% da água potável que abastece a capital. A fauna no local é abundante e diversificada.

O parque que bomba aos fins de semana não é o mesmo parque no meio de semana. Tive o privilégio de visita-lo recentemente numa manhã ensolarada de quinta-feira e fiquei maravilhada com a beleza e a limpeza do local.

Para acessar, cada visitante paga R$ 13, pessoas com mais de 60 anos e crianças até 12 anos não pagam. Ao entrar, recebemos o alerta de cuidado com os pertences porque os macacos virão atrás de comida e podem ser agressivos.

E não é que eles vêm mesmo atrás disso. A cena entretém os urbanoides que se espantam com os folgados macacos que adoram biscoitos e sucos de caixa.

Para que o visitante possa usufruir ainda mais das belezas do local a entrada do parque é limitada a até no máximo 3 mil pessoas por dia.

Se você tiver uma manhã livre na cidade e não souber para onde ir, visite a Água Mineral, faça uma trilha pelo parque e dê um mergulho gelado e revigorante em suas piscinas naturais. Você não vai se arrepender.

Michelle Maia é jornalista e editora da Se7e Cultura


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